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Âmbito físico

Inexistência em si

E existência em possibilidade.

O sofrimento do amor

O amor em sofrimento

Choram-se as linhas de versos de sentir.

Eu em mim e o eterno paradoxo de sentir

Do te sentir

Aqui estás, então por que não entras, entras em mim? E em mim já estás… Morada insegura que se superou transbordando insegurança após tua entrada. Tu em mim e eu me autodestruí – no amor.

No meu objeto de desejo solidifiquei minha vida e o objeto não existe. Na possibilidade de subornar meu inconsciente e na impossibilidade da incompletude eu me perdi. Se cheio, se vazio, se existente ou não eu não sei.

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