De que se alimenta esta aflição de ver?

Eu deveria parar de desviar meu olhar, de entregar meu olhar para este tipo de direção, para este tipo de imagem que nunca apareceu, que é mera projeção de algum tipo de repressão de desejo, uma das repressões deste tipo, que habitam o dentro de mim.
São apenas imagens, imagens que agora transmitem-se em palavras, nas minhas palavras, ao menos nestas minhas palavras, que talvez não sejam tão minhas assim, vez que são causa do que me é externo.

(René Magritte: The False Mirror, 1928).

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