Da Sensibilidade.

De que vale o homem mais sensível diante de toda uma introspecção?
De que vale a maior das sensibilidades quando presa, acorrentada ao interior de alguém?
A sensibilidade presa é a insegurança, é o medo, é a covardia.
Podemos afirmar que a sensibilidade, sincero ato de ser, nada significa sem um produto externo de si mesma? Mesmo sendo este produto externo uma grande simplificação, muitas vezes confusa, muitas vezes mistificada, muitas vezes mal expressada, das suas origens?
Não é o sensível, mas sim o tangível, o que se espera, o que se deseja. É a falta do visível que incomoda.

Imagem: Um quarto em roma (filme).

9 comments
  1. ju said:

    Caraca, muito ruim esse texto. Produto externo . Bruto ? Tangível com sensível com visível, aaarghhhh, desta vez se superou. Vai ser redundante e prolixa assim lá longe… Certamente dará uma boa “adevogada”, kkkkkkk

    • Klegein said:

      E como boa futura advogada (embora isso não faça parte dos meus planos) eu aceito o comentário por que respeito o contraditório. ;)

    • Klegein said:

      E outra:

      “Não tenho ambições nem desejos. ser poeta não é uma ambição minha. É a minha maneira de estar sozinho.” (Fernando Pessoa), como está bem definito na descrição do autor do blog. Como você pode perceber, não espero agradar ninguém com o que escrevo. Muito menos pessoas que não tem o mínimo caráter de se identificar. Se você escreve coisas melhores, deveria compartilhar conosco. Eu escrevo coisas ruins, mas em momento nenhum escondo minha cara. Perco leitores, mas não perco a minha personalidade.

      • ju said:

        Engraçado, acho que você escreve tudo bem empolado, para dar um ar de coisa bonita e bem escrita, pseudo sofisticada e “inteligente”. Mas deve ser só impressão…
        Parece eternamente deslumbrada com letrinhas e palavrinhas e citações, vc e outros trilhões de escrevinhadores que escrevem, escrevem e escrevem, e, não fosse ainda suficiente, postam!
        Tudo bem ilustradinho, com fotos, poesias, desenhos, muito elaborado para quem faz tudo para si próprio. E cada opinião, minha cara, de doer. Superficialidade generalizada, tudo de orelhada! Não conhece o básico, e atira pra tudo que é lado numa tentativa meio desesperada de mostrar erudição.

  2. ju said:

    E desde quando só quem se identifica tem caráter? E o que é caráter, você tem mais alguma opiniãozinha de terceira mão sobre isso? Você , aparentemente, deve ser a nobre portadora de algum caráter imaculado, seja lá o que for que isso significa no seu mundinho. Não nos conhecemos, então para que interessa saber quem sou?
    E quem se mostra nesse universo que é a internet, deveria, supostamente, estar preparado para ser lido e observado por completos estranhos, qual o grande problema nisso?
    Está na chuva, alguma hora vai se molhar!
    Ou então tranque tudo a sete chaves, princesinha

    Saudações cordiais

  3. Klegein said:

    Engraçado você falar sobre a questão das opiniões, do conceito de caráter e blá blá blá… Você critica minha forma de falar, mas você mesmo vem encher de filosofias baratas o blog de quem você nem ao menos conhece (?) e você mesmo vem falar mil palavras repletas de erudição e “cordialidade”… Talvez aquilo que mais achamos ridículo nas pessoas é o que temos em comum com elas… Mas em uma coisa somos diferentes: eu assumo minha ridicularidade. Você reforça a sua. Se você quiser fazer uma crítica que tenha o mínimo de base e o mínimo de respeito, você é muito bem vindo (a) aqui; infelizmente não percebi esta capacidade em você… Afinal, é algo para poucos, não? Pessoas de palavras vazias, como eu e como você, existem aos montes por aí. Um crítico ruim não tem capacidade para criticar a coisa em si; ele critica a pessoa que a fez. É muito mais fácil, não é?

    • ju said:

      É, Thalya, você venceu…
      Pela fadiga, é claro, seu nhémnhémnhém de insegura me cansou logo. E é lógico que sempre assumi o ridículo de tudo, desde que te escrevi assim do nada.
      Se bem que nem foi tão sem motivo assim, tinham me falado de você, meio mal, é óbvio. A pessoa mostrou seus escritos e opiniões radicais e velhuscas, me perguntou o que eu achava e ainda me contou uma coisinha ou outra da sua vida, olha que coisa estranha…É, e como não manjo de filosofia de alto nível, como vc, joguei essa baratinha mesmo, que gente com a sua capacidade intelectual despreza… Sinto muito ter entrado de maneira tão abrupta na sua “intimidade internêutica. As “ações entre amigos ” são bem melhores para o ego, ninguém critica, todos felizes, tudo fica bem. E eu nada tenho contra você, só acho que escreve terrívelmente e destila opiniões sobre o que pouco entende, no afã de parecer diferente. De resto parece ser inteligente, sensível e esforçada. Aos poucos, toda essa coisa reprimida e certinha tão aparente em vc deve diminuir, e você vai sair por aí leve e solta, quem sabe escrevendo assim também? Sai dessa armadura, menina! E colabore na campanha de jogar menos lixo digital no mundo!
      Bom, estou indo, foi um prazer te conhecer melhor. Fique bem, paz , amor e sucesso na vida. Adeus e um abraço

  4. ju said:

    Oh, esqueci de dizer o mais importante:
    não critico você, mas o que escreve, só que você escreve tanto que tomaria tempo demais criticar esmiuçadamente, daí resumi logo: é chato, empolado, prolixo, não leva a nada , não diz a que veio, é chato, chato, chato, indescritívelmente chato, e isso é ser um grande crítico, resumir assim toda sua vida literária. Devia me agradecer a sinceridade cordial, mas ficou melindrada, que bobinha! E sem personalidade, essa coisa de respeito é ridícula, deixe de ser hipócrita, respeito não passa de uma convenção babaca e políticamente correta, do jeitinho que vc gosta…Tchau mesmo, com toda cordialidade e desrespeito

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