O Barco Bêbado

” E mergulhei então no Poema do Mar,

todo de astros mesclado, e leitoso, a beber

os azuis verdes, onde, a flutuar e a sonhar

um absorto afogado às vezes vai descer;

 

onde, a tingir de um golpe o azul, à luz safira

dos dias, ritmos arrastados e delírios,

mais fortes que a embriaguez e mais vastos que a lira,

fermentarão do amor os amargos martírios.”

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