Forjei

Nessa brincadeira de querer meu sobrenome também em C. eu quebrei dois pratos e um copo. E nisso nunca mais fiz poesia. E tãopouco me tornei cientista. Muito menos me deixei convencer por qualquer anarquista.
Farejei outros cantos e rolei por entre as estátuas de poeira que deixei acumular, à minha maneira, à minha estimação.
Forjei qualquer coisa e me justifiquei, por um segundo, não mais como aquela que amanhece displicentemente, esperando algo a mais.

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